O sol brilha no infinito
 

O sol brilha no infinito
E meus olhos cegos nada conseguem ver
Sinto o tempo passando
E deixo meus passos em descompassos

O calor transforma em dor
Que invade o peito
Que fere... que sangra...
E sinto meu corpo cambalear
Chega o entardecer
Com minhas mãos rasgo meu peito
Sinto a ferida aberta
Mas, quem vai querer ver ?

O Sol da lugar a lua
Que surge com seu manto de estrelas
Cintilantes anunciando aos quatro cantos
Um novo encanto de amanhecer
Com o frio da madrugada
Me posiciono em forma fetal
Na esperança de poder renascer
Para poder ver... novamente o sol nascer

A. C. Duarte
 


 

                                                                      
 

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